01 novembro 2017

RESENHA: Quarto - Emma Donoghue

Autora: Emma Donoghue
Ano: 2011
Páginas: 350
Editora: Verus
Sinopse: Para Jack, de 5 anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto de 11m², é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade. Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras e da ligação umbilical que une mãe e filho.

Jack é um menino inteligente, amoroso, curioso e ingênuo, que acaba de completar seus tão sonhados cinco anos (afinal, cinco é seu número favorito). Ele vive com a mãe no Quarto – um lugar minúsculo onde nasceu e cresceu. Ali, Jack também aprendeu a andar, falar e ler. Todos os dias, ele brinca, faz exercícios, lê e assiste Dora, a Aventureira na televisão. Para Jack, o Quarto é o mundo todo (lá tem a Cama, o Guarda-Roupa, o Tapete e o Cobertor). Fora dele, há apenas o espaço sideral e nada mais – exceto por um homem.

O Velho Nick é a única pessoa a quem Jack sabe da existência. Ele é quem traz comida, vitaminas, remédios, roupas e, principalmente, o Presente de Domingo. À noite, ele vem até o Quarto. Nesse momento, Jack já está deitado no Guarda-Roupa e, em vez de contar carneirinhos, se distrai contando os rangidos que o Velho Nick faz na Cama. Na manhã seguinte, quando Jack acorda, só existe ele e a mãe no Quarto, novamente. E essa é um pouco da rotina de Jack.

O que ele ainda não sabe é o seguinte: o Quarto é um galpão velho onde sua mãe é mantida em cativeiro há sete anos. Foi sequestrada pelo Velho Nick quando ainda era adolescente e, desde então, nunca mais teve contato com ninguém. Jack descobre, então que o Quarto não é nada comparado ao mundo: segundo a mãe, existe o Lá Fora, onde há árvores, pássaros, aviões e pessoas de verdade, e tudo o mais mostrado na televisão é real (exceto pela Dora, infelizmente, ela é apenas um desenho...). Lá Fora, a mãe também tem uma mãe e um pai, a quem Jack poderá chamar de vovô e vovó.

Apesar de, inicialmente, pouco acreditar nessas afirmações, Jack, aos poucos, vai se acostumando com a ideia de conhecer o Lá Fora. Depois de ajudar, mesmo contra a vontade, nos planos de fuga elaborados por sua mãe, ambos, enfim, escapam do Quarto. Entretanto, com esse novo mundo a ser explorado, Jack não demora a perceber quão diferentes serão as suas vidas longe daquelas quatro paredes.

“Quarto” já seria uma obra capaz de encantar apenas pela capacidade da autora, Emma Donoghue, em transformar um tema sério em uma leitura leve. Através de um olhar ingênuo de um garotinho de cinco anos, que está descobrindo o mundo) percebemos o quão forte são os acontecimentos ao redor e como, ao criá-lo em meio ao horror daquela situação, sua mãe fez o possível para protegê-lo. É um livro forte, com uma história triste e muito comovente. Em várias passagens, pude sentir a emoção dos personagens e, confesso, ter chorado junto. 

A obra já estava em minha listinha há algum tempo e, enfim, consegui realizar a leitura. Gostei muito da história, principalmente, por apresentar a vida dos protagonistas no quarto e o processo de adaptação de ambos, após a fuga. Além disso, achei interessante como a autora explorou a relação de mãe e filho e a dificuldade da primeira em enfrentar sua nova condição de vida (a qual tanto havia desejado). Entretanto, a narrativa me incomodou em alguns pontos. Apesar de elogiar a escolha da autora e perceber como a narração do Jack é o grande diferencial de o “Quarto”, admito que, em determinadas passagens, tornou a história um pouco cansativa e irritante, mas nada que viesse a alterar minha opinião final.  


O Quarto de Jack 

A adaptação cinematográfica da obra de Emma Donoghue, intitulada “O Quarto de Jack”, estrelada por Brie Larson (atriz vencedora do Oscar por esse papel) e Jacob Tremblay, chegou aos cinemas em fevereiro de 2016. Por desejar ler o livro primeiro, somente agora assisti ao filme e, simplesmente, adorei. Me deu uma nova percepção da história e da angústia de viver em um lugar tão pequeno quanto o quarto. Segue abaixo, o trailer legendado: 




E vocês, já leram ou assistiram o filme? Comentem! Vou adorar saber a opinião de cada um! 😉


20 outubro 2017

RESENHA: A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

Autor(a): Audrey Niffenegger
Ano: 2009
Páginas: 456
Editora: Suma das Letras
SINOPSE: "A Mulher do Viajante no Tempo" conta a história do casal Henry e Clare. Quando os dois se conhecem Henry tem 28 anos e Clare, 20. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal. Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação.

Em 26 de outubro de 1991, Henry tem 28 anos e Clare, 20. Nesse dia, Henry conhece a mulher responsável por mudar a sua vida. Ela, no entanto, já o conhecia há muito tempo – há quatorze anos, especificamente – e sabia que estava destinada a ser sua esposa. 

Clare tinha seis anos quando viu Henry pela primeira vez. Ela estava brincando, sozinha, na enorme propriedade da família, no Michigan, quando notou a presença de um estranho. Lá estava Henry, com uns trinta e tantos anos, nu, escondido atrás de um arbusto e se dizendo um viajante no tempo. Esta foi, também, a primeira vez que Clare o viu desaparecer. Ao longo dos anos seguintes, os dois ainda se viram muitas vezes. Através desses encontros (que podiam variar de uma tarde a um período de três dias), Henry foi espectador ativo do desenvolvimento de Clare, acompanhando todas as suas fases, desde a infância, onde a auxiliava nos deveres de casa e jogos de xadrez, à adolescência, enquanto esquivava-se das investidas de uma Clare já crescida e apaixonada. 

Henry tem, de fato, o dom (ou seria maldição?) de viajar no tempo. Atribuída a uma anomalia genética, essas viagens ocorrem de repente, sem Henry esperar ou planejar – basta apenas um momento de estresse ou euforia. 

HENRY: Como é a sensação? Como é? 
Às vezes é como se sua atenção se desviasse um instantinho. Então, sobressaltado, você percebe que o livro que estava na sua mão, a camisa vermelha de algodão xadrez com botões brancos, o jeans preto preferido e as meias marrons quase furadas, a sala, a chaleira prestes a apitar na cozinha: tudo isso sumiu. Você está em pé, pelado, dentro de uma vala, com água gelada até os tornozelos, numa estrada de terra não identificada. Você espera um minuto para ver se talvez vai voltar direto para seu livro, seu apartamento et cetera. Você passa uns cinco minutos xingando, tremendo de frio e torcendo para desaparecer.

Às vezes você tem a sensação de ter se levantado depressa demais, ainda que esteja deitado na cama meio dormindo. Você ouve o sangue correndo na cabeça, tem sensações de queda vertiginosas. Suas mãos e seus pés formigam e logo já não estão mais ali. Você se perdeu de novo.

Apesar de ter um emprego estável (até onde possa ser possível) como bibliotecário e ser uma boa pessoa, Henry, como é de se imaginar, não leva uma vida fácil: tem uma relação tumultuada com seu pai e exagera, constantemente, no uso de drogas e álcool. Isso tudo muda quando, enfim, conhece Clare. O relacionamento dos dois tem uma influência positiva em Henry, que começa a amadurecer e transformar-se, aos poucos, no homem que irá visitar/visitava Clare no campo. 

Assim como em qualquer casamento, a relação dos dois tem períodos complicados, dificultados ainda mais pela condição de Henry. Mesmo sabendo como seria sua vida, Clare sente-se, constantemente, solitária e preocupada. Henry some de repente, passa dias fora e, dependendo do período para onde foi, nunca se sabe as condições em que ele retornará. 

CLARE: é difícil ficar para trás. Espero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É difícil ser quem fica.
(...) Há muito tempo, os homens iam para o mar, enquanto as mulheres ficavam na praia, esperando e procurando o barquinho no horizonte. Agora espero Henry. Ele some sem querer, sem avisar. Espero. Tenho a sensação de que cada minuto de espera é um ano, uma eternidade. Cada minuto é lento e transparente como vidro. A cada minuto que passa, vejo uma fila de infinitos minutos, à espera. Por que ele foi aonde não posso ir atrás?

E, ao mesmo tempo, Henry sofre por deixá-la nessa situação.

HENRY: (...) E Clare, sempre Clare. Clare de manhã, sonolenta e de cara amassada. (...) Clare lendo, com o cabelo solto sobre o encosto da cadeira, passando hidratante nas mãos vermelhas e rachadas antes de dormir. A voz baixa de Clare está em meu ouvido com frequência.
Odeio estar onde ela não está, quando não está. No entanto, vivo partindo, e ela não pode vir atrás.

Gostei bastante do livro. Apesar de ser a obra de estreia da americana Audrey Niffenegger, ela soube conduzir extremamente bem a história. Com uma narrativa em primeira pessoa, a história é intercalada entre os pensamentos de Clare e Henry, tornando-se, assim, muito mais profundo o envolvimento do leitor com ambos os protagonistas. É um livro relativamente denso, exigindo do leitor sua máxima atenção (os detalhes são muito importantes nessa narrativa) – a história prende e emociona até o fim. E quando acaba, vem aquele conhecido desejo de quero mais. 

Confesso já tê-lo tentado ler, há alguns anos, e desistido logo no início. Dessa vez, me passou a mesma sensação de cansaço nas primeiras páginas. Entretanto, acabei insistindo e me apaixonando pelo livro, tornando-se um dos meus favoritos. Então, se você não gostar do início, dê uma chance; eu tenho certeza que não vai se arrepender.  



Caso você esteja achando a história levemente familiar, o livro teve os direitos comprados e uma adaptação foi feita, em 2009: o filme “Te Amarei Para Sempre”. Confira o trailer abaixo.



Estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana, o longa foi, salvo algumas exceções, bastante fiel ao livro. Assistam, independente do livro. O filme é muito bom.

06 setembro 2017

RESENHA: O Segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella

Ano: 2005
Páginas: 384
Editora: Record
SINOPSE: A vida de Emma Corrigan não é extremamente um livro aberto. Ela tem segredos que não revela para ninguém, muito deles sobre o seu trabalho e namorado. No entanto, durante uma viagem de avião repleta de turbulências, ela pensa que vai morrer e acaba contando todos os segredos para o bonitão ao lado.

Acabei de ler mais um livro de Sophie Kinsella e, assim como nos casos anteriores (Os delírios de Consumo de Becky Bloom e Fiquei com o Seu Número), fui novamente surpreendida por uma história divertida e leve. A escrita, totalmente em terceira pessoa e seguindo o conhecido estilo da autora, é clara e descomplicada, tornando a leitura fácil e rápida, podendo ser finalizada em pouco tempo.

Como uma típica representante do gênero chick-lit, a obra traz, como protagonista, a inglesa Emma Corrigan, de 25 anos. Assistente de marketing em uma empresa de produtos energéticos e esportivos, Emma trabalha e mora em Londres, onde divide o apartamento com a advogada Lissy, sua melhor e mais antiga amiga, e Jemina, uma moça meio irritante e extremamente mimada. Tem como namorado, o "loiro alto, bonito e inteligente" Connor, seu colega na Corporação Panther e que acaba de convidá-la para morarem juntos. 

Mesmo possuindo uma relação familiar complicada – vive dividindo e perdendo a atenção dos pais com a prima Kerry –, e com uma carreira profissional nada promissora, Emma possui uma vida bem normal. Até mesmo seus segredos são normais: afinal, quem nunca mentiu sobre o peso para o namorado ou exagerou um pouco no currículo? 

Trabalhando há onze meses, Emma é enviada a Glasgow, pela empresa, para uma reunião e vê nessa viagem a chance da tão esperada promoção (que, enfim, lhe dará alguma perspectiva de carreira). Infelizmente, nada sai como o planejado. Voltando da Escócia, seu voo sofre alguma turbulência e nossa protagonista acaba entrando em pânico (outro segredo: ela tem medo de aviões!). Desesperada e tendo a certeza de irá morrer, Emma começa a fazer algumas revelações para um americano ao seu lado. Entretanto, ela conta não apenas aqueles segredinhos citados acima, mas também algumas coisas constrangedoras e que, em situações normais, jamais seriam reveladas. Aqui estão alguns exemplos:

  • o fato de ter perdido a virgindade em seu quarto de hóspedes, enquanto seus pais assistiam ao filme Ben-Hur;
  • sua calcinha fio-dental (que Connor lhe deu em tamanho 38) estar realmente lhe incomodando;
  • ter matado o peixinho dourado de seus pais e, sem que percebessem, tê-lo o substituído por outro;
  • não saber se tem um ponto G e ter vontade de rir durante a transa;
  • detestar sua colega de trabalho e sempre molhar sua planta com suco de laranja;
  • sempre quebrar a impressora do escritório,
  • não fazer ideia do que significa a sigla Otan e nem do que se trata.
Sim, Emma fala muito e essas não foram nem 20% de suas revelações. 

Claro, o avião pousa normalmente e surge o constrangimento natural entre ela e o americano. Mas qual o problema se ele é um completo estranho e nunca mais se encontrarão? Pois então, o problema surge exatamente quando, já na empresa, Emma descobre que o tal americano é, na verdade, Jack Harper – fundador e presidente da Corporação Panther. 

Inicia-se, assim, a verdadeira história da trama: o desenrolar das confusões em que Emma acaba se metendo e a reviravolta causada pela inesperada entrada de Jack em sua vida. 

Apesar de possuir um final previsível, a trama ainda tem a capacidade de prender o leitor até sua última página. Recheada com muitas doses de humor e romance, eu, claramente, gostei da história. E se você tem o costume de ler e se divertir como esse gênero, tenho certeza de que também irá gostar. 



27 julho 2017

RESENHA: Cidade dos Etéreos – Ransom Riggs

"Cidade dos Etéreos" dá sequência ao celebrado "O orfanato da srta. Peregrine para Crianças Peculiares", em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine. Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares. Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.
Finalizei, recentemente, a leitura do segundo livro da série sobre o universo dos peculiares, Cidade dos Etéreos, e, assim como na leitura do primeiro volume, esperava mais da história. Como já havia mencionado na minha resenha sobre a O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, continuo a considerá-los bons livros, como uma boa proposta, mas nada que venha a justificar tamanho sucesso pelo mundo. 


O livro se inicia exatamente no ponto onde história anterior foi encerrada. Jacob e os peculiares, juntamente com a Srta. Peregrine – em situação delicada –, partem da ilha com o objetivo de chegar a Londres e ajudar a diretora. Entretanto, essa jornada não se mostra nada simples: a Inglaterra encontra-se em plena Segunda Guerra Mundial, sendo constantemente bombardeada pelos alemãs, os acólitos estão em seus rastros e não há segurança em lugar algum, nem mesmo nas, antes impenetráveis, fendas temporais (locais criados por ymbrynes afim de proteger os peculiares, com um único dia sendo repetido infinitamente). 


A narrativa segue rápida, nos apresentando a outros peculiares, novas fendas e, claro, às fotografias antigas. E esse último item continua sendo o ponto alto da obra. Entretanto, ao contrário do volume anterior, onde as fotografias encaixavam-se perfeitamente ao longo da história, agora elas me passaram a sensação de estar presentes no livro com a finalidade de agradar aos fãs, sendo simplesmente “jogadas” em meio a situações escritas apenas para incluí-las. 


A edição, por outro lado, está fantástica. A Editora Intrínseca presenteou o público com um livro lindo, em capa dura, sobrecapa e páginas coloridas. Para quem não sabe, a Intrínseca divulgou, recentemente, que irá publicar o primeiro volume da série neste mesmo formato (originalmente, no Brasil, a obra foi lançada pela Editora Leya). Além disso, após a finalização da trama, a edição trás uma entrevista com o autor, Ransom Riggs, que conta um pouco mais sobre o processo criativo da história – explicando um pouco melhor sobre as tais fotografias desse volume – e o primeiro capítulo do próximo livro da série, Biblioteca de Almas


Mesmo me decepcionando com a narrativa, acredito que o livro irá agradar a todos aqueles que se encantaram com o primeiro livro. E, sobre a adaptação cinematográfica que estreou na última quinta-feira (29), alguém já assistiu? Se sim, postem nos comentários, pois estou curiosa para saber como os peculiares se saíram nas telonas!! 


22 julho 2017

Universo Harry Potter: Lançamentos da Editora Rocco

Já não é nenhum segredo, aqui no blog, o quanto eu amo o personagem criado por J.K. Rowling. E, como grande Potterhead que sou, estou sempre à procura de notícias relacionadas ao bruxinho e seu universo. Assim, são duas as novidades que compartilho com vocês, ambos lançamentos da Editora Rocco. Caso estejam curiosos, é só continuar a leitura!

Harry Potter: nova edição


A editora, responsável pelos direitos da obra britânica, no Brasil, divulgou nesta quinta, dia 20, por meio de suas redes sociais, a publicação de uma nova edição da saga Harry Potter. Com previsão de chegar às livrarias em menos de um mês, em 19 de agosto, os sete volumes da série ganharão capa dura e novas ilustrações, além de contarem com diferentes cores.

Animais Fantásticos e Onde Habitam - Versão Ilustrada




Em 7 de novembro de 2017, a Rocco lançará, simultaneamente com a Bloomsbury (editora inglesa), a edição ilustrada de Animais Fantásticos e Onde Habitam. Através das belas ilustrações de Olivia Lomenech Gill, as criaturas mágicas (catalogadas pelo respeitado magizoologista bruxo, Newt Scamander), como o Hipogrifo, a Acromântula e o unicórnio ganham vida nas páginas da obra clássica da Biblioteca Hogwarts.


Vale destacar que os lucros obtidos com a venda do livro, serão inteiramente repassados, segundo a Rocco, às seguintes instituições de caridade: Lumos (criada pela própria Rowling) e Comic Relief

Animais fantásticos e Onde Habitam é um livro aprovado pela Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts desde sua publicação. A obra-prima de Newt Scamander divertiu famílias bruxas ao longo de gerações e é uma introdução indispensável às criaturas mágicas do mundo bruxo. Os anos de viagem e pesquisa de Scamander deram origem a um tomo de importância sem paralelo.
Eu amei e já estou louca por essa versão de Animais Fantásticos!! 😍

E vocês, também gostaram?